Secretário de Saúde admite estarmos “colapsados” diante da marca de 60 mortes em 24h

A pandemia de covid-19 vem se agravando em Mato Grosso do Sul. Nesta quinta-feira (25), o estado bateu mais um recorde negativo: 60 óbitos registados no boletim epidemiológico da doenças (confira).

O agravamento da situação fez com que o Governo do Estado editasse um novo decreto com medidas restritivas (veja aqui). A tentativa é desafogar os sistemas de saúde e diminuir a taxa de contágio do vírus.

Com 1.256 novos casos confirmados da doença entre ontem e hoje, MS também contabiliza recorde nas internações: 1.118 pessoas ocupam leitos clínicos e de UTI nos hospitais públicos e privados. E não há vagas para mais internações. Por isso, 180 pacientes estão na fila de espera.

Em live nas redes sociais, os secretários Sérgio Murilo (Governo e Gestão Estratégica), Geraldo Resende (Saúde) e Crhistinne Maymone (adjunta da Saúde) deram um panorama da pandemia no Estado e explicaram os porquês de o Governo ter adotado medidas mais restritivas.

“Essa doença deixou todo mundo de joelhos. Estamos tentando nos levantar e minimizar todos prejuízos, tanto na perda de vidas quanto na parte econômica”, falou Sérgio Murilo.

“Estamos no limite da exaustão. Esse dilema de fechar ou abrir comércio é secundário. O que precisamos é não fechar caixões e abrir túmulos em Mato Grosso do Sul”, defendeu Geraldo Resende.

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