Deputado Eduardo Rocha mostra sua face e População e produtores rurais protestam contra

Campanha alerta que categoria não vai apoiar Deputado Eduardo Rocha, nem Simone nem seus candidatos nas próximas eleições

Inimigo do povo Três Lagoense, o deputado Eduardo Rocha (MDB), não pensou duas vezes quando na semana passada votou contra a população votando a favor do pacote de tributos enviado pelo governo do Estado que previa o aumento de impostos em Mato Grosso do Sul, sua postura gerou protestos.

Eduardo Rocha, marido da Senadora Simone Tebet (MDB), e que foi ex prefeita de Três Lagoas e mostrou  mais interessado no apoio ao governo do Estado do que zelar pelos interesses da população do Estado. Rocha já traiu a confiança do próprio partido na eleição de 2018 e quando se diz decisões pessoais, elas falam mais alto do que os compromissos , que deveriam ser cumpridos,  assim como ele fez com a população quando eleito deputado estadual e não tem zelado pelos direitos do povo e de categoria alguma.

Eduardo Rocha (MDB) e mais 13 deputados, mesmo admitindo que há ressalvas no pacote, a maioria aprovou uma série de medidas referentes a créditos tributários do Estado, propostos pelo Governado Reinaldo Azambuja.

Os ruralistas decepcionados estão encabeçando uma forte campanha para que ele não se reeleja e nem seus companheiros. Rocha tem sido visto e tem declarado abertamente o seu apoio a campanha de 2020 do prefeito Ângelo Guerreiro, indo contra as direções do MDB Estadual.

O pacote que desagradou os produtores rurais foi o que dispõe sobre alteração na Lei 1.963/1999, do Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário do Estado de Mato Grosso do Sul, o Fundersul. A intenção é alterar gradualmente a tabela de valores das alíquotas dos produtos pecuários, agrícolas e extrativos, fato que gerou protestos de produtores rurais que acompanharam a votação no plenário Júlio Maia.

E ainda outro ponto que desagrada a população de Três Lagoas foi o que ele votou a favor da alteração no benefício fiscal concedido às empresas de transporte intermunicipal de passageiros. O benefício de crédito presumido equivalente às passagens gratuitas expedidas pelas empresas (hoje vigente) só valerá até dezembro de 2019. Em substituição a esse benefício que vencerá, o Governo propôs a redução da carga tributária para 7%.

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