População defende em peso a vereadora perseguida pela Casa de Leis

Casa de Leis de Três Lagoas recebe nova denúncia anônima contra a vereadora Sayuri Baez (Republicanos), e população saí em sua defesa nas Redes Sociais a respeito da nova Comissão investigativa contra a parlamentar de primeiro mandato que vem fazendo um trabalho de fiscalização e cobranças ao executivo.

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A Comissão de Investigação foi aberta após ofício encaminhado pelo Ministério Público Estadual, solicitando que a Câmara de Vereadores apure denúncias que chegaram até a 2ª Promotoria de Justiça contra Sayuri. No ofício encaminhado pelo Ministério Público, o denunciante pede que a Câmara apure possíveis atos de improbidade administrativa e quebra de decoro por mentir na tribuna ou omitir bens dos órgãos competentes; que apure o recebimento de verbas públicas através da empresa Gold Comunicação Visual, e que apure o recebimento de verbas públicas da empresa de oficina mecânica Guapocar, bem como possível sonegação de imposto contra a parlamentar.

A notícia invadiu as Redes Sociais que trouxeram um grande número de pessoas apoiando Sayuri. Nas postagens a população afirma reconhecer que a vereadora vem sendo “perseguida”, que tem mexido em um vespero por esta razão tem sido alvo por parte dos 12 colegas de casa, sem contar com postagens que trazem a questão da imprensa supostamente aliada que recebe altos valores. Tema este trazido inúmeras vezes pelo vereador Dr. Paulo Veron (Solidariedade).

Sayuri faz parte do grupo de vereadores impedidos pelos demais colegas em apresentar indicações ao executivo, porque há um mês eles decidiram que votarão e tem impedido os vereadores independentes, o que causa 12 x 4.

Sayuri emitiu uma nota sobre o caso:

“Está casa de lei, não pode acolher uma iniciativa incompatível com a Constituição, que que se choca frontalmente com a legalidade, a moralidade e a transparência, para fundamentar uma apuração formal.

Assim, caros nobres colegas, após esclarecimento a luz da legislação quanto a denúncia anônima, passo a esclarecer os fatos:

Mas antes gostaria de relatar, que não tem sido algo agradável legislar em prol do bem estar da população, em menos de 6 meses, já carrego 3 boletins de ocorrência.
Já fui denunciada várias vezes, aqui nessa casa, algumas denúncias anônimas amadoras, sem fundamento, todas escritas pela mesma pessoa, chega ser hilário, a forma de escrever, dessas denúncias induzidas, forjadas, isso realmente cheira mal, cheira a perseguição e a incomodo.

É verdade a afirmação que fui eleita Vereadora neste município, eleição esta que seguiu todas as formalidades legais previstas na legislação pertinente, pelo voto dos eleitores que confiou a minha pessoa o direito de representá-los de forma digna e justa.

Quanto as afirmações que eu e meu esposo somos perigosos, na denúncia não foram apresentados fatos ou indícios que comprovem qualquer ato praticado que possa ser tido como perigo. Mesmo sendo denúncia anônima. Cabe provas, falar até papagaio fala.

Quanto aos fatos relatados a respeito da empresa do meu esposo, o próprio Ministério Público pode informar a esta casa de Leis se ele foi processado ou se existe algum inquérito/denúncia recebida pelo juiz referente ao fato, essa prerrogativa não cabe a essa casa de lei fiscalizar. Estas informações são todas públicas.

A Câmara não tem nada a ver com minha vida particular e nem do meu marido, desde que os atos não venham caracterizar uma INFRAÇÃO POLÍTICO ADMINISTRATIVO QUE ESTÁ TIPIFICADO NA LEI ORGÂNICA DO MUNICIPIO.

Quanto a denúncia de prestação de serviços para Prefeitura, todos os oficinas foram ouvidas, cabe a Polícia Federal esclarecer a dúvidas dos caros nobres vereadores ou do pseudo anônimo.

Quanto a afirmação de prejuízos de mais de 1,6 milhões aos cofres públicos, espero que os nobres colegas tomem a mesma atitude e determine de imediato abertura de comissão processante para apurar quem foi o responsável da administração pública que causou o prejuízo para Prefeitura e Câmara Municipal , que possa responder pelo crime praticado, apurar as denúncias de notas frias e prejuízos imputados.

De uma coisa tenho certeza, o crime não foi praticado por nós. Penso que temos que investigar isso.

Aliás posso fazer um requerimento pedindo esclarecimentos, claro se for aprovado nessa casa.

As empresas indicadas na denúncia, estão todas devidamente registradas na junta comercial e na receita federal, e não sou impedida de ser empresária e ter colaboradores.

Minha empresa e a empresa do meu marido ajuizamos uma ação contra a Prefeitura por falta de pagamento, de serviços prestados.

Estamos com as mesmas empresas e os mesmos CNPJ trabalhando a mais 20 anos nesse município, prestando serviços sem precisar usar nomes de terceiros. Todas as informações são públicas inclusive minhas lojas no shopping, são informações públicas.

Se tivesse algo ilícito jamais entraria na justiça para receber algo ou levantar alarde. Pensem nisso… Mais uma vez o anônimo acusa de crimes comuns ou desvio de verbas públicas, sem apresentar qualquer indício ou fato que possa levar a uma investigação pelos órgãos competentes, apenas apresenta denúncias sem fundamentos.

Quanto ao crime de ameaça indicado na fantasiosa denúncia anônima, não tem qualquer indicio ou fato concreto.
Eu andar armada, ter pistola ao meu lado apontando para pessoas, isso é realmente ridículo!!

O pseudo anônimo, deveria apontar quem foi ameaçado e não acusar sem provas.
Na verdade não preciso dar satisfação se tenho ou não arma. Sou praticante do clube de tiro.
Se tenho, está devidamente declarada, e cabe somente aos órgãos competentes essa informação.

Quanto à minha prestação de contas da campanha eleitoral a justiça através de sentença, com trânsito em julgado, declarou as contas aprovadas.

Concluindo assim, caros nobres colegas Vereadores, volto a dizer, está casa de lei, não pode acolher uma iniciativa incompatível com a Constituição.

Estou à disposição de todos para maiores esclarecimentos.

Tenho vida pública transparente, faço um convite à todos, que me acompanhem por 10 dias, para ter o entendimento do meu ritmo de trabalho.

Sou empresária e tenho profissão, não dependo de cargo público para sobreviver.
Estou de passagem nesse mandato.

Sinto muito dizer, que mentiras, calúnias, inverdades não me abalam.
Seguirei firme em meu propósito!

Sayuri Baez
Vereadora dessa casa.

Obs: Imaginem o quanto seria tedioso fazer duas sessões por semana, se não tivesse eu por aqui.
Para alegrar e emocionar o dia de vocês….
Não tenho nada contra os nobres vereadores…. Pelo contrário preciso do apoio de cada um!”

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