Representantes do hospital auxiliadora se defendem e atacam presidencia de CPI contra Auxiliadora

Na manhã desta segunda-feira (2), no retorno da sessão ordinária na casa de leis de Três Lagoas após recesso parlamentar os vereadores deram espaço para que representantes do Hospital Auxiliadora que foi alvo de uma CPI aberta usaram da plenária para responder algumas questões e até se defenderem de  “ataques”feitos nas sessões que antecederam o recesso parlamentar.

O Advogado Luis Milton do Hospital Auxiliadora em Três Lagoas participou da sessão da Casa de Leis e afirmou que a CPI que investigava o hospital avançou em assuntos que foram além do foco apresentado que era ligado aos atendimentos do SUS, e que isto se deu devido interesses pessoais do presidente da CPI, vereador este Davis Martinelli.

Logo após Marcos Calderon, diretor presidente do Hospital também falou sobre as vagas do SUS, afirmou sobre a preocupação estratégica da falta de insumos, falta de colaboradores, e respondeu sobre suposto ataque contra sua pessoa que havia sido citada. “Capacitamos muitos colaboradores.Sabemos que fizemos nosso papel, tivemos muitos questionamentos como mais de 1000 ofícios respondidos na prefeitura e atuando na linha de frente. Ficamos preocupados com falas nesta Casa de Leis antes do recesso como “pense bem  antes não faltava leito e agora após pandemia falta leitos”, o hospital atendeu a nossa população exigente e a população ao redor também. A gestão do hospital é técnica é uma condução voltada aos princípios econômicos e competente, e o SUS do Hospital é um exemplo nacional, pode ter falhas mas falhas contidas que não poupa esforços para atender o próximo. Administração do hospital está aberta.”declarou o diretor em defesa do hospital.

 

Sobre sessões anteriores aonde o nome do diretor do hospital havia sido citado, também foi alvo do discurso em que esclareceu e afirmou ter tomado providências na justiça contra sua pessoa. “Passamos sufoco com matérias primas faltantes de medicamentos, antibióticos, EPIS, insumos e precisa ser reconhecida a nossa dificuldade. Eu fui chamado de bandido nesta cadeira e cheguei aqui em um concurso em 2017, trabalhei para chegar aqui, sempre trabalhei em instituições de saúde religiosas e já apresentei 7 certidões negativas de antecedentes criminais ou civis de improbidade administrativas que protocolei hoje cedo nesta casa nesta Casa. Sou técnico, tenho família e peço que respeitem minha família. Ações foram tomadas com B.O “, esclareceu Marco Antonio Calderon.

 

 

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