Secretário de Saúde defende Passaporte Sanitário e acaba sendo chamado de genocida

A fala de Resende em que taxou de “nazistas e fascistas”, quem não admite o Passaporte, aconteceu na audiência pública, na Câmara Municipal de Campo Grande na tarde da última segunda-feira (27), durante o debate sobre o ‘passaporte da vacina’, que começou com vaias, gritos e diversos posicionamentos contrários ao projeto na Audiência Pública proposta.

Durante a audiência na Capital, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, foi chamado de genocida e foi vaiado e xingado.

No local havia o lado do público que gritava por “vacina sim” e “retorno seguro”. Outra parte da plateia por “liberdade” e “vacina não”. E. postura do secretário repercutiu em todo o MS.

O Secretário de Estado de Saúde (SES), foi bem mais enfático. Depois de apresentar os dados e as conquistas da pasta desde o início da calamidade sanitária, Geraldo enfatizou as medidas tomadas. “Muitas vidas foram salvam, inclusive daqueles que querem interditar o debate, aqueles que pedem liberdade, são os mesmos que pedem para interditar o STF, que pedem intervenção militar, jogam no ralo todo os esforços e trabalho feito por minha geração. Se depender de mim essas pessoas não passarão”.

Após a fala de Geraldo, a audiência foi encerrada por parte do cerimonial, pois público e convidados estavam muito exaltados.

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