Governo do Estado socorre região do Pantanal com decreto que favorece pecuária e escoamento de commodities

As ações do Governo do Estado no combate aos focos de calor no Pantanal e o acompanhamento sistemático das condições de navegabilidade no Rio Paraguai, que tem prejudicado as exportações via hidrovia pelo Atlântico, tem sido fundamentais para reduzir os impactos ambientais, na qualidade do ar e econômicos no bioma pantaneiro e garantido alternativas seguras de escoamento de commodities.

A Operação Pantanal II, desencadeada com apoio das Forças Armas após decretação de situação de emergência ambiental no Pantanal pelo governador Reinaldo Azambuja, em 24 de julho, vem alcançando êxito na eliminação da maioria dos incêndios florestais. Por meio de novo decreto de situação de emergência, desta vez no meio rural das cidades pantaneiras de Corumbá e Ladário prejudicado pela seca, mais uma vez o Estado cumpre seu papel na gestão de crises.

A situação de emergência rural, que está sendo analisada pela Secretaria Nacional de Defesa Civil para receber o crivo federal, levou em consideração o aumento das causas de doenças respiratórias e aos indicadores climáticos, que preveem uma estiagem longa e extrema. A medida beneficia diretamente os produtores rurais do Pantanal, os quais estimam, com a seca e as queimadas, prejuízos com a falta de pasto e queda de produção do rebanho bovino.

“O decreto veio em boa hora, socorrendo uma pecuária que hoje abastece o mercado com bezerros e emprega milhares de pessoas.”afirma Luciano Leite, presidente do Sindicato Rural de Corumbá.

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