Desligamento de professores auxiliares na Educação da Capital para 2020 apavora pais

Prefeituras da Capital na mão contraria da Lei

O fim das contratações dos professores auxiliares especializados em Campo Grande, tem deixado as famílias apavoradas e desamparadas diante da Lei que existe e exige que autistas tenham um acompanhante dentro da sala de aula.

Em Campo Grande, estavam sendo contratados estagiários e os APES que ja faziam parte da SEMED estão com os dias contados.

Pais do  Grupo de Apoio PCD TEA estão estudando as medidas cabíveis para que seus filhos que vem evoluindo com este impotante apoio, não perca o direto previsto em Lei.

O anuncio do desligamento para o ano letivo de 2020 esta movimentando as Redes Sociais do MS.

Em Três Lagoas, a realidade da falta de professores especializados para autistas, e até mesmo auxiliares ou estagiários  na Rede Municipal, também aconteceu ao longo de 2019. E pais precisam procurar a imprensa, o MPE ( Ministério Publico), para ter seus filhos com o direito garantido. Com o final do ano, os auxiliares que estão se desligando da Educação, por causa de novas oportunidades de emprego, eles saem e as crianças ficam sem apoio dentro da sala de aula, ja que a Secretaria de Educação afirmou por meio da diretora desta escola, que não tem substitutos , e  não vão fazer contratações ja que esta no fim do ano letivo.

Uma mãe do grupo de apoio da Capital desabafou. “Nossos filhos, muitos deles tem estado com pessoas que não são preparadas. Foi exigido da minha filha o laudo, corri atras, gastei o que não tinha e dentro do CEI que ela estuda ela sofre discriminação, acaba sendo levada para fora de sala com frequência, enquanto outro garotinho que não tem laudo tem tratamento diferenciado” relatou a mãe.

A LEI prevê direitos de inclusão com acompanhantes especializados, material didático especial, mas não e isto o que acontece no MS.

lei federal 12.764/12, ao instituir a Política de Proteção dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista, garantiu, nos casos de comprovada necessidade, o direito da criança acometida pelo TEA e matriculada em escola regular (pública ou particular) de possuir acompanhante especializado em sala de aula.11 de jul. de 2019.

 

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