Governo alerta para aumento de mortes de Covid-19 em pacientes sem comorbidades

Com 7.826 mortes por Covid-19 em Mato Grosso do Sul, os pacientes que perderam a vida sem apresentar nenhuma comorbidade já são 21,1%, em um percentual que só aumenta desde o ano passado e vem crescendo nos últimos meses. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde (SES).

O último boletim divulgado mostra que 1.605 pacientes estão nesta categoria (sem comorbidade). Este público representava 15% das mortes em janeiro deste ano, chegou a 17% em maio e agora a 21% em junho. Isto reflete nas internações nos hospitais e unidades de saúde, que tem mais jovens precisando de atendimento e leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).

Este levantamento também mostra que pacientes com uma comorbidade representam 31,6% das mortes no Estado, com duas (comorbidade) 27,5%, aqueles que apresentavam três 14,4%, com quatro 4,6%, pacientes com cinco 0,7% e aqueles com até seis 0,1%.

As autoridades alertaram que desde a chegada das novas variantes da covid-19 houve uma mudança no perfil da doença no Estado e em todo Brasil, que no ano passado tinham caso mais graves com pessoas idosas ou com comorbidade. Por isto a necessidade de seguir as medidas de prevenção.

Com 7.826 mortes por Covid-19 em Mato Grosso do Sul, os pacientes que perderam a vida sem apresentar nenhuma comorbidade já são 21,1%, em um percentual que só aumenta desde o ano passado e vem crescendo nos últimos meses. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde (SES).

O último boletim divulgado mostra que 1.605 pacientes estão nesta categoria (sem comorbidade). Este público representava 15% das mortes em janeiro deste ano, chegou a 17% em maio e agora a 21% em junho. Isto reflete nas internações nos hospitais e unidades de saúde, que tem mais jovens precisando de atendimento e leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).

Este levantamento também mostra que pacientes com uma comorbidade representam 31,6% das mortes no Estado, com duas (comorbidade) 27,5%, aqueles que apresentavam três 14,4%, com quatro 4,6%, pacientes com cinco 0,7% e aqueles com até seis 0,1%.

As autoridades alertaram que desde a chegada das novas variantes da covid-19 houve uma mudança no perfil da doença no Estado e em todo Brasil, que no ano passado tinham caso mais graves com pessoas idosas ou com comorbidade. Por isto a necessidade de seguir as medidas de prevenção.

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