Ex-secretária de Educação participa de live e revela os bastidores da pasta atualmente

Durante uma live na última segunda-feira (11), a ex-secretária de Educação em três Lagoas como convidada para falar sobre a Educação oferecida pelo município apontou as dificuldades que a pasta de Educação vem enfrentando na cidade.

Ela trouxe a atual situação sobre a falta de frutas, produtos de higiene nas creches de Três Lagoas. Fato que ela como concursada e trabalhando em um CEI conhece a atual realidade, após ter deixado a secretaria de Educação em que ela ficou por dois anos. “Na educação pode.se mais, e muito mais mesmo. Desde o porteiro, a merendeira e os profissionais que precisam serem valorizados, como pessoa e financeiramente também. Eu presenciei professores surtando devido a pressão e falta de reconhecimento˜, declarou a ex-secretária.

Sobre a questão do ensino especial para crianças com TDHA, dentre outras patologias deixa a desejar, porque falta cursos e capacitação segundo a colocação da ex-secretária. É possível fazer mais. O debate faz parte das lives do pré-candidato a prefeito, Fabricio Venturroli que vem sendo atuante nas Redes Sociais, mas pouco posicionamento sobre os temas, mais tem ouvido seus entrevistados do que mostrado suas idéias para as lacunas apresentadas.

Maria Célia destacou que a questão politica atrapalha e muito na Educação, porque senão houvesse interferência politica estaríamos em destaque nacional.

Após um vídeo exibido que exalta a valorização dos profissionais a ex-secretária disse que espera que o pré-candidato Fabricio Venturolli tenha este olhar com a classe dos professores.

Sobre o ensino integral, ela defende que seja regular e com o pleno funcionamento.

Ela foi questionada sobre o modelo das escolas militares, se ela acha que seria positivo e ela disse que acredita que sim, seria uma escolha das famílias. O Fabricio falou sobre a disciplina dos alunos que hoje beira o desrespeito.

“Muitas vezes as mães chegam nas escolas desrespeitando os profissionais. e HOJEa escola pública precisa chegar em uma determinada conclusão para resolver mais este problema.”, colocou Maria Célia, hoje professora concursada.

 

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