Governador do MS “padrinho político” de Guerreiro pode ser afastado do cargo após denúncia da PGR

A Procuradoria-Geral da República (PGR)denunciou o o governador de Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PSDB), o ex-secretário de Fazenda e atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Márcio Monteiro, e os empresários Joesley e Wesley Batista, da JBS ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), sob acusação do recebimento de propina da JBS, que há três anos vem correndo na Justiça.

O STJ aceitando a denuncia o governador tucano, padrinho do atual prefeito de Três Lagoas, Angelo Guerreiro (PSDB), candidato a reeleição, é automaticamente afastado do cargo.

Conforme nota para a imprensa a PGR afirmou ser crime cometido. “Reinaldo Azambuja se valeu do cargo de governador para exercer o comando da organização criminosa e praticar crimes como corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. Ele pediu e aceitou promessa de vantagens indevidas repassadas pela empresa JBS. A contrapartida para a empresa foi a concessão de benefícios fiscais ilegais, por meio da assinatura de Termos de Acordos de Regime Especial (Tares) ou aditivos. Cerca de 30% dos valores que a JBS deixava de recolher aos cofres públicos em impostos, em decorrência dos Tares assinados, eram repassados para a organização criminosa. Os acordos eram assinados por Márcio Campos Monteiro, na condição de secretário de Finanças”, informou a PGR.

Em um site do Estado o Governador rebateu a denúncia que está nos principais veículos de comunicação do país, afirmando ser perseguição política com uma série de equívocos.

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