Vereadora se posiciona sobre igualdade salarial para mulheres e destaca os 18 dias que esperam por autorização p visita

A vereadora Sayuri Baez ( Republicanos), trouxe na sessão desta segunda-feira (26), o tema que está na capa dos principais artigos sobre Politica a respeito do projeto de lei que está há 10 anos para ser tramitado em Brasília sobre igualdade de salários para homens e mulheres e que hoje deve ser sancionado ou vetado pelo presidente Bolsonaro.

Pronto para ser sancionado ou vetado pelo presidente Jair Bolsonaro, o projeto de lei para punir discriminação salarial contra trabalhadoras mulheres vai dar um passo para trás e deve voltar ao Congresso. Um questionamento regimental sobre mudanças feitas no texto pelo Senado, sem o aval da Câmara, deve levar a matéria ser analisada novamente pelo parlamento. O projeto determina que a empresa pague à empregada prejudicada uma multa de até cinco vezes o valor da diferença salarial em relação ao homem que ocupa a mesma função.

“Defendo a igualdade salarial entre homens e mulheres  a lei esta aprovada pelo Senado Federal no último 30 de março e acredito que todas as mulheres que fazem a mesma função dos homens são capazes e dignas de um pagamento justo salarial porque são capazes de fazer o mesmo serviço do que homens, eu acho que sim precisa haver a igualdade de remuneração.  Hoje o presidente irá sancionar ou vetar, porém o que me preocupa é que é justo o reconhecimento moral e legal, mas porém questão das multas são 5 vezes maior e os empresários preocupados com a multa deixarem as mulheres fora e dificultar contratações, mas eu acredito que as mulheres tem o mesmo direito e que DEUS dê sabedoria e bom senso ao nosso presidente Jair Bolsonaro que hoje vetará ou sancionará a lei.”destacou Sayuri

Outro ponto apresentado pela vereadora que já se tornou uma novela é a questão da permissão do secretário de administração para que os vereadores visitem o local da “Fazendinha”, que esperam há dias. “hoje estamos há 18 dias sem a permissão de entrar na Fazendinha, porque somos motivo de chacota diante da população que nos cobra sobre o que havia lá dentro. Porque até agora o secretário não deu a resposta. Infelizmente não parte da gente para que os que nos cobram saibam. Não depende do vereador e por isto deixo claro para que a população saiba que o secretário não nos respondeu o pedido de autorização para visitar a Fazendinha, quem sabe daqui os próximos dias ou no final do mês”.  concluiu a vereadora.

 

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