Redes Sociais celebram “em peso” o Dia Mundial do Autista

Hoje (2), se comemora o Dia mundial do Espectro Autista. Só no Brasil o espectro atinge cerca de 2 milhões de brasileiros e 70 milhões de pessoas em todo o mundo. Atualmente no Brasil, há entidades motivadas em prol deste cuidado, como em Três Lagoas com a Associação “Fazendo a Diferença”, que há mais de cinco anos vem auxiliando famílias que descobrem o espectro e juntas trocam informações e vivências deste mudo que vem sendo desbravado e atualmente mais discutido, ganhando leis como a lei Romeu Mion, que permitiu o CENSO de autistas no país.

Muitas famílias descobrem o autismo nos primeiros anos da criança e requer cuidados indispensáveis, principalmente quando se apresenta com outras comorbidades como a deficiência intelectual e a epilepsia.

Devido a COVID-19 mutias manifestações como passeatas e atividades nas escolas não estão sendo possíveis, mas as Redes Sociais estão tomadas por postagens lembrando da importância de respeitar os autistas e inclui-los na sociedade.

Dentre os mais diferentes sintomas, pode haver a dificuldade na fala, o isolamento social e na sua maioria algo importante para transmitir a segurança dele neste mundo “azul”, é manter a rotina dos pequenos.

Segundo o médico neuropediatra Rodrigo Carneiro logo nos inicio dos primeiros meses é possível ver alterações comportamentais do bebê, mas muitas famílias procuram ajuda após os dois anos de idade, quando percebem a dificuldade na fala.
“O contato através do olhar é um indicativo. A criança que busca o contato, que reage a estímulos dos cuidadores de forma positiva, repete gestos faciais, que consegue ficar em ambiente com estímulos variados, nos dá uma tranquilidade grande. A partir dos três, quatro meses, é possível identificar esses sinais precoces. Não necessariamente a criança vai desenvolver autismo, mas seriam sinais que mereceriam ser avaliados ao longo dos próximos meses de vida. Normalmente, o diagnóstico pode acontecer por volta de um ano, quando se espera que venha a linguagem e a criança não a desenvolve (e quando, principalmente a partir do sexto mês, já se observa uma série de sintomas que nos levam a pensar na possibilidade do diagnóstico).”contou o especialista.

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