Prefeito segura verba de suplementação para Centro de reabilitação Especial desde 2017

O caso da precariedade na Saúde do município de Três Lagoas não e segredo de ninguém, a prefeitura vem tomando providencia depois que a Justiça toma a frente ou a imprensa e a população cobra como aconteceu como o caso do aparelho de  raio x quebrado e depois da noticia vir a tona, o prefeito tomou providencia. Neste caso da fila de pacientes aguardando vaga para o atendimento em especialidades não aguenta mais aguardar a liberação do dinheiro por parte do executivo municipal para que a suplementação seja paga e novos pacientes possam ser atendidos.

A Suplementação de R$30 mil reais para o CER (Centro Especializado em Reabilitação Física e Intelectual ), foi aprovada em 2017, mas ate hoje 2019 o prefeito através da Secretaria de Saúde não liberou o nem uma parcela das 10 parcelas divididas que tornariam possíveis o aumento de atendimentos esperados por muitas famílias que necessitam deste tratamento especial para diversos casos como o dos autistas.

OCconselho de Saúde Municipal conseguiu esta suplementação e tem cobado da secretaria de Saude, mas o prefeito não libera a verba já aprovada, que auxiliaria no tratamento de muitas famílias que estão há mais de anos na fila de espera aguardando o tratamento adequado.

Três Lagoas arrecada mais de um milhão ao mês e o prefeito Ângelo Guerreiro (PSDB), vem gastando com obras de patrolamentos dentre outras desnecessárias como as estatuas e a Saúde continua precária e tendo que esperar ate que o Ministério Publico se manifeste.

Mães indignadas falam sobre a espera exaustiva. “Indignação e cansaço de ver o descaso da atual administração, pois existe os médicos o centro com os aparelhos mas por falta de comprometimento o prefeito nao paga a suplementação que ja foi liberada para que nos mães, que estamos ha tempos esperando vagas possamos ter nossos filhos atendidos. Ate quando vamos ver o dinheiro sendo jogado pela janela e casos como de melhoria na saúde ficar por ultimo como prioridade” declarou Juliana Fernandes, mãe que espera uma vaga para seu filho que tem espectro autista.

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