Problemas da administração, UFN3 dentre outras pautas foram debatidas na sessão

Diversos assuntos são abordados nas sessões da Câmara da cidade, como de costume ontem (11), os principais foram o atraso das aulas escolares, a construção do Hospital Regional, a retomada da obra da UFN3 que ja se tornou uma novela assim como outras pautas locais.

O Sargento Rodrigues, Tonhão, Realino e Celso Yamaguti, por exemplo, falaram sobre a UFN3. “Muitos comemoraram o anúncio da venda feito pela Petrobrás. Porém, como já vi tantas vezes estas tratativas que estou descrente. Espero que realmente agora ocorra e essa novela acabe. Não vou comemorar até que se concretize. E que esse seja o capítulo final, gerando emprego”, afirmou Sargento.

“Sobre a famigerada UFN3, recordo as expectativas que ela trouxe, em 2010, e a decepção quatro anos depois. Uma dívida de 37mi apenas para empresários locais, pois são mais de 400mi em dívidas”, relatou Tonhão, que também apresentou alguns dados: “o edital divulgado prevê que as empresas interessadas terão até março para acessar dados sigilosos da empresa para decidir sobre a compra. Assim, o processo pode demorar até 90 dias. Um prazo rápido para alguns, lento para outros”.

Sobre o caso FAPEC, os vereadores Flodoaldo, Renée e Gilmar e Realino falaram sobre os erros cometidos pela empresa contratada para o processo seletivo de professores temporários, gerando o adiamento do início das aulas em pouco mais de uma semana. “Previsibilidade é o ato do bom gestor de prever possíveis problemas. Isso não aconteceu. Poderia ser previsto considerando os anos anteriores que já não estava bem”, destacou Renée.

Tonhão falou sobre o Hospital Regional: “quero comemorar anúncio feito recentemente pelo governo afirmando possuir reserva para equipar o Hospital, garantindo funcionamento até o final de junho de 2020. São 400 empregos diretos, 20 indiretos, 10 municípios atendidos na região. Vamos desafogar o HNSA e o curso de medicina também vai se beneficiar”.

Renée Venâncio relatou sobre o desfecho do caso de racismo que sofreu no ano passado. “Um professor me chamou de ‘Capitão do mato’ e foi condenado. Essa foi a primeira condenação por racismo no estado do Mato Grosso do Sul. Não fiquei feliz, mas achei bom para demonstrar que pessoas que fazem racismo estão sujeitas a penalidade”, enfatizou.

Akira, Sirlene, Sargento Rodrigues falaram sobre os terrenos sujos, pedindo mais conscientização da população e força punitiva. Além das falas, os vereadores apresentaram suas indicações e requerimentos, a maioria dirigida para a Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Trânsito.

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